quinta-feira, 21 de maio de 2026

LIVRO: DIABETES E CARÁ INSULINA

 

 LEIA O LIVRO GRATUITAMENTE





Conheci o DIOSCOREA BULBIFERA [cará insulina] por acaso. Em 2013 estava no sitio de um vizinho e vi que ele havia separado umas batatas estranhas de cor preta com umas bolinhas e de forma arredondada em um canto da horta. Perguntei o que era e ele disse que era uma batata que não prestava para comer, somente para fazer remédio para diabetes. Pedi para ele aquelas batatas-sementes e passei a cultivar ano após ano, vendia algumas e ficava com a maioria para replantio. Cada ano que passava mais batatas eu plantava e mais eu vendia. Logo um laboratório começou a fazer encomendas recorrentes e a ai passei a estudar, porque até então achava que era uma superstição das pessoas antigas que se sentia bem controlando a glicemia, mas talvez por autossugestão e não por estudos laboratoriais. Este livro é somente um de uma série de coletâneas de textos acadêmicos que fiz fichamentos para expor ao público que temos um remédio natural para controlar a glicemia. Já se fala em 820 milhões de pessoas com diabetes no mundo. Precisamos dar atenção a esta epidemia.


COMPRE CARÁ INSULINA NO LINK ABAIXO:


https://www.mercadolivre.com.br/30-batatas-de-carainsulina-dioscorea-bulbifera/up/MLBU3120618518?pdp_filters=item_id:MLB4028942299


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domingo, 4 de dezembro de 2016

GRAVIOLA NO TRATAMENTO DE CÂNCER

Graviola, um milagre natural para a cura do câncer

De acordo com vários estudos, diferentemente do que ocorre com determinados tratamentos de quimioterapia, a graviola atacaria as células doentes, mas não danificaria as saudáveis.
Benefícios de consumir graviola
Desde muito tempo, o tratamento de algumas doenças mortais, como o câncer, foi derivado de maneiras “científicas” de eficácia na maioria das vezes bastante duvidosa.
O temor da população e a forte pressão exercida pela medicina oficial, coletivos de médicos mais tradicionais e laboratórios farmacêuticos obstinados a apresentarem a cura para o câncer, levaram as circunstâncias a uma situação na qual as pessoas que enfrentam essa terrível doença, não se atrevessem a buscar opções menos agressivas, mais naturais.
Porém nos usos e medicinas tradicionais existem alguns remédios, de eficácia contrastada e comprovada, que estão ganhando espaço frente aos tratamentos oficiais.
Estes “medicamentos” têm demonstrado eficácia equiparável e inclusive superior para o tratamento de alguns tipos de câncer, e, o que é melhor, sem os temidos efeitos colaterais dos tratamentos que conhecemos hoje (deterioração da imunidade, queda de cabelos, etc.) e outros efeitos secundários da quimioterapia, como debilidade e perda progressiva de peso; tristes consequências que muitas vezes não se devem somente à doença, como também aos vômitos constantes e incontrolados (efeitos eméticos) produzidos por alguns quimioterápicos.

Procedência, características e cultivo da graviola

Atualmente sua origem é desconhecida, ainda que seja considerada nativa mesoamericana e seu cultivo se estenda por toda a América tropical e inclusive na África, sendo sua zona ecológica predominantemente a tropical úmida.
É uma árvore caducifólia, ou seja, na época da queda de folhas não é possível colher da fruta. As flores nascem entre os meses de outubro e janeiro e sua frutificação (as deliciosas graviolas) acontece entre os meses de dezembro e abril. É muito resistente ao vento, estiagens e danos causados por cupins e afins.
A fruta da graviola, de mesmo nome é muito conhecida, além de parecida com outra fruta, originária de países como Bolívia, Equador e Peru, denominada Cherimoia, e possui uma polpa suculenta e carnuda. Por isso, proporciona um sucode sabor muito refrescante, que possibilita seu emprego na produção de sorvetes, geleias, marmeladas e bebidas refrescantes.

Graviola, um quimioterápico natural

A pesar de seu incrível sabor e versatilidade no preparo de diversas bebidas, sobremesas e afins, hoje nosso interesse primordial nessa fruta estará voltado para seu poder anticancerígeno. E existem inúmeros estudos que garantem esse poder.
Graviola para o combate ao câncer
A graviola é um poderoso anticancerígeno: com substâncias 10.000 vezes mais potentes do que uma quimioterapia.
No Instituto Nacional do Câncer, nos Estados Unidos, em 1976 foi comprovado que o poder “quimioterápico” da graviola sobre as células cancerígenas é 10.000 vezes superior ao do composto chamado Adriamicina, um dos citotóxicos mais agressivos empregados atualmente na quimioterapia.
Mas, além disso, a fruta apresenta uma propriedade extraordinária que a diferencia radicalmente dos quimioterápicos tradicionais. Enquanto esses atacam simultaneamente tanto as células cancerígenas quanto as saudáveis, pois não podem diferenciar as populações celulares saudáveis das doentes, a graviola deixa as saudáveis ilesas, enquanto ataca as células cancerígenas, detendo seu crescimento num prazo de 48 horas.
Muitos outros estudos têm sido realizados desde então. Sobretudo a partir de 1997, na Universidade de Purdue, em Indiana, Estados Unidos, onde foi constatado seu poder anticancerígeno em cânceres pulmonares, prostáticos, de mama, de bexiga, de reto, esófago, cólon e ainda, eficaz contra o tratamento da leucemia.

Propriedades que evitam o câncer

Tal propriedade existe devido à presença, em suas folhas, de um conjunto de ativos fitoquímicos chamado Acetogeninacuja potencia é da ordem de 10.000 vezes superior à Adriamicina (substância tóxica de elaboração artificial).
quimiotaxia natural é um processo de locomoção de células em direção a um gradiente químico, ou seja, quando o composto é direcionado a atacar células, ele é direcionado às células que contenham substâncias químicas específicas, concretas (portanto, atacam unicamente as células doentes ou malignas), deixando as saudáveis intactas, enquanto que, poderíamos dizer, o produto não natural trabalha em lógica de “fogo aberto”, danificando células que não estão doentes e debilitando o organismo como um todo.
Em resumo, é comprovado que seu uso pode ser tanto preventivo quanto curativo.

Dosagem

O habitual é consumir uma preparação de pó de folhas de graviola, seja em capsulas ou em colheres de chá, uns 15 a 20 minutos antes de cada refeição.
– Uso preventivo: o adequado é tomar aproximadamente 50 mg no período indicado anteriormente.
– Uso curativo: a dose preventiva de 500 mg multiplicada por 2 (1 g) ou até por 4 (2 g), de acordo com o estado e gravidade da doença.

Outros usos: graviola, um milagre natural

À margem de seu espetacular uso anticancerígeno, a graviola é uma planta que por suas propriedades antibacterianas, antiparasitárias, antiespasmódicas, adstringentes, inseticidas, hipotensoras (diminui tensões) e vermífugas (expulsa vermes intestinais), é recomendável sempre ter a graviola à disposição e consumir as doses preventivas recomendadas.
Agora já sabemos, a graviola é um verdadeiro milagre para assegurar nossa saúde, um dos medicamentos naturais mais potentes que existem.

LIVRO: 101 MARAVILHAS DE DEUS - VOLUME III

101 Maravilhas de Deus Volume III faz parte de uma coleção em que o autor mostra evidências de que a vida procede de Deus e não da evolução, em toda forma de vida existe indícios de uma inteligência superior e não de uma evolução aleatória.

Este livro pode ser lido gratuitamente aqui, ou comprado na forma impressa ou e-book pelo amazon.com.br ou no clubedeautores.com.br



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Número de páginas: 122

Edição: 1(2016)

ISBN: 978-1540731869

Formato: A5 148x210

Acabamento: Brochura c/ orelha

Tipo de papel: Offset 75g







sábado, 5 de novembro de 2016

LIVRO: 101 MARAVILHAS DE DEUS - VOLUME II

Este é o segundo livro de uma série interminável onde o Escriba de Cristo interpreta as leis naturais segundo o princípio absoluto da verdade na qual Deus é a causa de tudo, não há outra possibilidade para explicar o universo. Animais, plantas, química, física, tudo aponta para uma mesma mente.


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Número de páginas: 100

Edição: 1(2016)

ISBN: 978-1539934417

Formato: A5 148x210

Coloração: Preto e branco

Acabamento: Brochura c/ orelha

Tipo de papel: Offset 75g












Livro a venda no clubedeautores.com e no amazon.com.br, ou leia gratuitamente no slideshare.

Este é o segundo volume da coleção MARAVILHAS DE DEUS. Não sei precisamente quantos volumes irei publicar uma vez que são bilhões de maravilhas que Deus criou. Tenho falado sobre as maravilhas de Deus evidentes na botânica, na zoologia, nas ciências naturais, na física e na química entre outros campos do saber humano onde permeiam as assinaturas do Criador. Quando se percebe que cada detalhe do universo que nos cerca tem um propósito, que não tem nada inacabado, fica escancarado que há uma mente inteligentíssima por trás do universo, e não somente inteligente, mas poderosíssima para poder por a termo suas ideias. Este SER cria matéria do nada, este SER tem em seu poder todos os recursos do universo, este SER programou cada criatura como um software embutido no DNA de cada ser vivo. Ao final não há como escapar de Deus.



quarta-feira, 31 de agosto de 2016

Mel de abelha uruçu

Valdemir Mota de Menezes

Mel
O mel, que pode ser comercializado em litros, é mais líquido que o de Apis. É usado como remédio, renda extra, ou mesmo, como um alimento melhor para as famílias. Nos trabalhos mais criteriosos, os criadores das abelhas são incentivados a retirar o mel com bomba sugadora, o que diminui o manuseio, o desperdício de mel no fundo das caixas e evita a morte de ovos e larvas quando não se inclina a colmeia para escorrer o mel. O mel dessas abelhas, além de muito saboroso, pode ser produzido até 10 litros/ano/colônia, em épocas favoráveis, embora a média seja de 2,5 a 4 litros/ano/colônia. É considerado medicinal, rico em propriedades bactericidas, energéticas e antioxidantes. Devido ao alto teor de água, eles devem ser armazenados em geladeira quando não forem consumidos imediatamente.

Mel de abelha mandaçaia

Valdemir Mota de Menezes
 
Mel de abelha mandaçaia

O mel produzido pela Mandaçaia é procurado por seu agradável sabor não enjoativo. É bastante liquefeito, devido ao alto teor de umidade, fato este que requer que este fique armazenado sob refrigeração, para evitar a fermentação. Na natureza, a Mandaçaia pode produzir de 1,5 a 2,0 litros de mel, em épocas de boa florada. Criada, racionalmente, a produção pode aumentar.

quarta-feira, 24 de agosto de 2016

LIVRO: O ANTICRISTO É MUÇULMANO

 LIVRO que traz uma nova perspectiva sobre o futuro império do Anticristo. O livro pode ser lido gratuitamente logo abaixo, ou pode ser comprado no formato impresso ou e-book, pelos sites:
amazon.com.br  ou clubedeautores.com.br

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Número de páginas: 334

Edição: 1(2016)

ISBN: 153724373X

Formato: A5 148x210

Acabamento: Brochura c/ orelha

Tipo de papel: Offset 75g

MEL É SAÚDE

O mel além de muito saboroso é um alimento, muito versátil que pode ser usado para fortalecer o sistema imune, melhorar a capacidade digestiva e até aliviar a prisão de ventre. Além disso o mel o considerado anti-séptico, antioxidante, anti-reumático, diurético, digestivo, expectorante e calmante.
Além disso, o mel é o único alimento naturalmente doce que contém proteínas e sais minerais, como potássio e magnésio, que são importantes para a saúde. No entanto, o mel não é aconselhado para crianças pequenas, entre 1 e 3 anos de idade, devido à possibilidade do intestino, ainda imaturo, não impedir a entrada de pequenos micro-organismos, presentes no mel, que podem contaminar as crianças.
Benefícios do Mel
O mel engorda porque é doce e tem quase as mesmas calorias do açúcar branco. Uma colher de sopa de açúcar tem cerca de 60 calorias e a mesma medida de mel apresenta 55 calorias, por isso, se for consumido em grandes quantidades o mel engorda e não deve ser consumido por diabéticos.

Informação nutricional do mel

 100 g de mel1 colher de chá de mel (6g)
Calorias (kcal)31218
Proteína0,50,03
Carboidratos784,68
Gordura00
Sódio120,72
Potássio513,06
Fósforo191,14
Água17,21,03
Ferro0,70,042
Magnésio60,36
Frutose38,22,29
Glicose31,281,87
Maltose7,310,43
Sacarose1,310,07

​Benefícios do mel para pele

Os benefícios do mel para a pele são tornar a pele mais macia, uniforme e sem manchas. Para ter esses benefícios é importante passar o mel cristalizado duas vezes por semana na pele, massagear bem e deixar por 10 minutos, para depois lavar com água morna. Veja também os benefícios do abacate para a pele e para  os cabelos.

Benefícios do mel para a saúde

Os benefícios do mel para a saúde envolve especialmente melhorar resistência do organismo á gripes e resfriados, por exemplo, porque o mel combate os micróbios e é anti-séptico. Assim, o mel é indicado para:
  • Prisão de ventre - pois ajuda o intestino a se movimentar
  • Má-digestão e úlceras gástricas - porque tem enzimas que facilitam a digestão
  • Bronquite, asma e dor de garganta - pelas suas características antibióticas e anti-sépticas​
O mel quando associado a outros ingredientes também é bom para:
  • Mel com própolis: alívio dos sintomas de faringite, amigdalite, gripe e resfriado. O própolis é utilizado pelos humanos como antibacteriano, antifúngico, antiviral, estimulador do sistema imunitário, cicatrizante e regenerador de tecidos.
  • Mel com canela: auxilia na digestão combatendo a má-digestão, que pode ocorrer após uma refeição rica em gorduras. Assim, após uma refeição exagerada, pode-se fazer um chá e adicionar um colher de chá de mel com canela para facilitar a digestão.
  • Mel com limão: previne o aparecimento de gripes e resfriados pois o limão tem vitamina C que fortalece o sistema imunológico.
Os benefícios do mel para o cabelo não estão comprovados porém as pessoas o usam geralmente para hidratar e dar brilho ao cabelo utilizando o mel diretamente no cabelo.
Benefícios do Mel

Contraindicações do mel

O mel é um alimento contra-indicado em algumas situações como:
  • Crianças menores de 3 anos de idade: Até aos três anos de idade como o sistema digestivo da criança pode não estar completamente desenvolvido e maduro não se defendendo assim de forma eficiente de corpos estranhos. Existe até aos 3 anos de idade a possibilidade de intoxicações graves com uma bactéria encontrada comumente no mel chamada Clostridium boltulino.
  • Diabéticos: Os diabéticos devem evitar o mel, pois possui muito açúcar simples que eleva rapidamente a glicemia do sangue. O açúcar do mel é um dos tipos de carboidrato que o diabético deve evitar.
  • Alérgicos: Pessoas sensíveis com tendência a alergias podem desenvolver reações alérgicas manifestando mal estar gástrico e até dor de estômago, devido aos grãos de pólen presentes no mel.
Apesar destas contra-indicações ao uso do mel, e graças ao seu potencial terapêutico, o mel deve estar nas prateleiras dos alimentos e não no armário dos medicamentos e consumido com frequência desde que não exista contra-indicação.
Veja como pode utilizar o mel:

sábado, 30 de abril de 2016

BOOK: THE FOUR-LEGGED ANGEL


This biographical and theological work can be read for free below, or you can purchase e-book or printed by various sites like kindle amazon.com

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This is the story of a dog, a man and an angel. Perhaps you will be just a fanciful story about a pet, but for me, it was much more than that. As I write these words, the lifeless body of my angel is in the car, waiting for the proper burial that will make tomorrow a hundred kilometers from here. I am immersed in feelings such as gratitude, gratitude, sweet memories and nostalgia. This book can be classified as magical realism, because part of the book is an expression of my feelings and memories and part of the book is sensory, over the years I and the dog talked through thought, telepathically. People are free to believe or not what you want, including the story that I lived with the Doctor. Eva spoke to the serpent, Balaam with the mule and I with a dog. These stories are real. People have impulse to reject what does not. I do not ask you to believe, just read my story.


UVA È IL CUORE

L'uva
L’uva è sospesa in grappoli la forma di cuore ed ogni acino assomiglia ad un globulo. Le ricerche di oggi dimostrano che gli acini sono alimenti nutritivi e rivitalizzano cuore e sangue. Mangiare l'uva in quantità è sconsigliabile per chi ha la glicemia alta ma bere il vino costantemente, l'uva agisce il suo miracolo in maniera favolosa.
benefico al cuore
Se noi guardiamo il cuore si assomiglia la forma e struttura di un grappolo d'uva. Infatti il vino rosso dal punto di vista medico è adatto soprattutto alla patologia del cuore. Soprattutto il vino rosso che assomiglia al sangue. Il sangue infatti è l’elemento fondamentale per far funzionare bene il cure per pompare all’interno dell’organismo il suo buon funzionamento per la distribuzione delle sostanze nutritive, dell’ossigeno e di tutto ciò che è necessario per la vitalità degli organi. Il cuore mise al centro del corpo umano, non solo per sottolineare l’aspetto estetico ma anche e soprattutto teologico. Dio è il cuore del mondo, essa è l’abitazione della divinità, è dal cuore che Dio emana il suo comando, la sua decisione per custodire la sua creatura. È il sole del sistema solare possiamo paragonare, mise al centro per equilibrare tutto il bilanciamento del sistema delle stelle per farli muovere secondo l’ordine e armonia. La cessazione del cuore è la cessazione di tutto, tutto dipende inevitabilmente dal cuore e la sua vitalità. Quando il cuore comincia a difettarsi, segna il degrado degli organismi. Inizia poi a non funzionare bene la pressione, il battito magari più accelerato e così via. Il cuore assomigli al grappolo d’uva sono come particelle di vita accumulata per dare vita alla corpo umano. Ci sarebbe tanti altre parole, pensieri che potremmo dire sull’uva, ma mi fermo qui, vorrei limitarmi solamente a sottolineare l’aspetto e la sostanza nutritiva dell’uva a favore del cuore.
Attenti a non ubriacarsi di molto vino perchè guarisce "sì" il cuore ma fa rivelare anche i segreti più nascosti, il detto famoso: "In vino veritas". Medicinali naturali

sexta-feira, 15 de abril de 2016

TODOS OS TELEFONES DO PRESIDENTE LULA

Compre o livro TODOS OS TELEFONES DO PRESIDENTE LULA em várias livrarias virtuais como amazon.com, e clubedeautores.com.br no endereço abaixo:
https://clubedeautores.com.br/book/207470--TODOS_OS_TELEFONES_DO_PRESIDENTE_LULA#.VxGX-vkrLIU

          
  Este presente volume faz uma análise das ligações telefônicas que o juiz Sergio Moro retirou o sigilo do processo e permitiu que a sociedade brasileira tomasse conhecimento do complô que Lula, Dilma e a cúpula do Partido dos Trabalhadores tramavam contra o Brasil. Em seu plano de poder, o PT enriqueceu seus membros mais ilustres e arregimentava sua quadrilha na ralé da sociedade com seus exércitos paralelos como o MST, os ditos movimentos sociais, os sindicatos e grupos sanguessugas como a CUT (Central Única dos Trabalhadores).  As revelações das conversas telefônicas deixaram o Brasil estarrecido com as manobras ilegais que o PT tramava para livrar Lula das mãos pesadas da justiça federal, em especial, da REPÚBLICA DE CURITIBA, pois daquela capital brasileira, uma força conjunta da Policia Federal, do Ministério Público Federal e da Justiça Federal, desvendou-se o maior esquema de corrupção da história do Brasil e mesmo da história da humanidade. O volume de dinheiro desviado do erário público e da Petrobrás trata-se de uma soma astronômica que bandidos mancomunados transferiram para sustentar a máfia do PT


sexta-feira, 11 de março de 2016

LIVRO: O DIABO ESTÁ AO SEU LADO

O Escriba Valdemir publicou este livro e pode ser comprado impresso ou em e-book no endereço abaixo, além de dezenas de outras editoras e livrarias virtuais. Pode ser lido na íntegra logo a seguir.

https://www.clubedeautores.com.br/book/204955--O_Diabo_esta_ao_seu_lado?topic=desenvolvimento#.VuIzdfkrLIU
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Tive inúmeras experiências com os demônios, e a cada dia tenho novas experiências. Ninguém passa por este mundo sem sentir por algum momento uma perturbação em sua vida. Um vulto que passou por trás de você, uma voz chamando seu nome e você não vê ninguém. Um pesadelo extremamente assustador. Um impulso maligno para fazer algo contrário a sua consciência. Muitas vezes uma voz, como se houvesse outra pessoa discutindo em sua mente com você, te tentando para fazer algo proibido. Cada um fazendo uma retrospectiva da sua vida perceberá que em alguns momentos uma presença maligna o cercou. Não tem como evitar isso. Aliás, quanto mais a pessoa se volta para Deus, mais chances ela terá de sentir o Mal lhe rondando, lhe cercando e espreitando sua vida, porque o Diabo não quer ninguém bem.  


sábado, 3 de outubro de 2015

LIVRO: PT X CRISTIANISMO

O Escriba Valdemir publicou este livro que você pode ler aqui na íntegra. São dezenas de capítulos falando das ideologias do Partido dos Trabalhadores que são contrárias aos ensinos da Bíblia. Não dá para a pessoa ser petista e cristão ao mesmo tempo. O livro pode ser adquirido impresso no endereço a seguir:


https://clubedeautores.com.br/book/194551--PT_X_CRISTIANISMO#.Vg_thflViko





quarta-feira, 29 de julho de 2015

LIVRE: ARCHÉOLOGIE BIBLIQUE - COMPLET

Scribe Valdemir publie un livre ARCHÉOLOGIE BIBLIQUE. 98 pages dans lequel nous analysons les histoires racontées dans la Bible et nous pouvons prouver la véracité d'entre eux. (Peut être acheté imprimé par: amazon.com, clubedeautores.com.br et autres libraires en ligne)


sábado, 16 de maio de 2015

PRODUÇÃO DE MELADO

Escriba Valdemir Mota de Menezes


Como produzir melado - correção da acidez, remoção das impurezas, verificação do ponto e acondicionamento

O processo de produção do melado é o mesmo da rapadura. Entretanto, deve-se ter bastante cuidado ao fazer a correção da acidez do caldo, ou ainda evitar a cristalização da sacarose para alcançar o ponto ideal do melado


Ao atingir o ponto de melado, deve-se retirar o tacho imediatamente do fogo para não queimar. Foto: Reprodução.
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O melado é outro produto obtido da cana, muito procurado no mercado de alimentos naturais. Trata-se de um alimento energético e nutritivo, que pode ser consumido, por exemplo, com pão ou queijo. Além disso, também pode o melado ser utilizado na produção de sorvetes, iogurtes e como adoçante natural para leite, café e saladas de frutas. Na verdade, o melado corresponde ao xarope do caldo da cana em estádio não cristalizável, com a uma concentração de açúcar em torno de 65 e 74° Brix.
Correção da acidez

"Na pequena indústria, não se faz a correção da acidez do caldo. Entretanto, para a produção de melado, sobretudo para atender a um mercado mais exigente, é recomendável que isso seja feito", afirma o professor José Benício Paes Chaves, do Curso Como Produzir Rapadura, Melado e Açúcar Mascavo, elaborado pelo CPT – Centro de Produções Técnicas.
correção da acidez pode ser realizada com o emprego do leite de cal. A indicação é de que o pH do caldo para elaboração de melado esteja em torno de 6,0 após a correção com hidróxido de cálcio ou leite de cal.

Remoção das impurezas

remoção das impurezas, durante a concentração do caldo, é de fundamental importância no sentido de obter um xarope bem limpo, o que facilita o trabalho de evaporação, além de resultar em melado de melhor qualidade do ponto de vista sensorial.

Hidrólise da sacarose

Para evitar a cristalização da sacarose durante a estocagem do melado, o que é um defeito sério, há necessidade de promover algum grau de inversão deste açúcar durante a fase de concentração do caldo. Esta, na verdade, é uma hidrólise da sacarose que a transforma em glicose e frutose.

 A taxa de inversão é influenciada pela temperatura da massa, pela sua acidez e pela concentração de sacarose. Dentre os diversos tratamentos recomendados para promover essa inversão, está a adição de ácido cítrico em solução aquosa, a 80%, na dosagem de 10 a 20 mL da solução por litro de xarope.

Esse tratamento deve baixar o pH do xarope de cana para cerca de 4,5 a 4,0. A solução de ácido cítrico é adicionada ao xarope quando seu Brix estiver na faixa de 50° a 60°.

Verificação do ponto

A melhor maneira de verificar o ponto é medindo o Brix do melado. Quando o objetivo for o de produzir o melado especificamente, recomenda-se fazer o cozimento do caldo em fogo médio, sendo que, para se produzir uma tachada de melado, leva-se até duas horas. Ao atingir o ponto de melado, deve-se retirar o tacho imediatamente do fogo para não queimar. Além disso, o xarope não deverá ser batido, para evitar que se cristalize.

determinação correta do ponto do melado é muito importante para se obter um produto de boa qualidade, pois, quando muito grosso, o melado cristaliza. Por outro lado, se ficar muito ralo, azedará.

Acondicionamento do melado

Com o melado ainda quente, com a temperatura em torno de 95°C, o seu acondicionamento deverá ser feito, colocando-o em vidros, latas, potes e outros vasilhames com fechamento hermético, garantindo uma melhor qualidade. O melado é acondicionado ainda quente, para evitar que azede.

Para evitar a cristalização do melado, recomenda-se deixar o caldo de cana descansar por umas doze horas, antes de se fazer o cozimento. Isto o deixará um pouco ácido. Outra alternativa para a solução desse problema é acrescentar 50 g de suco de limão para cada 100 L de caldo de cana.

No caso de embalagens de vidro, em copos ou potes, após o seu preenchimento com melado, esta deverá ser fechada (tampada) hermeticamente e colocada de boca para baixo (invertida) por cerca de 1 a 2 min. É evidente que as embalagens e as suas tampas deverão ser rigorosamente lavadas, higienizadas e secas, antes de receber o melado.

Aprimore seus conhecimentos, acessando os Cursos CPT, da área Agroindústria.

Por Andréa Oliveira.


Leia mais: http://www.cpt.com.br/cursos-agroindustria/artigos/como-produzir-melado-correcao-da-acidez-remocao-das-impurezas-verificacao-do-ponto-e-acondicionamento#ixzz3aJcKftD1


http://www.cpt.com.br/cursos-agroindustria/artigos/como-produzir-melado-correcao-da-acidez-remocao-das-impurezas-verificacao-do-ponto-e-acondicionamento

domingo, 28 de setembro de 2014

MANTEIGA DE ABACATE - ESCRIBA VALDEMIR

MANTEIGA DE ABACATE

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O abacate funciona como um ótimo substituto para a tradicional manteiga, podendo até ser chamado de “manteiga vegetal”. Como a fruta é rica em gorduras (do bem), acaba tendo uma textura mais oleosa, bem parecida com a manteiga.
Os benefícios da fruta são inúmeros, por conta da alta quantidade de gorduras que promovem saciedade e otimizam a ação da insulina no organismo, levando a um menor acúmulo de gordura corporal. Sua ação sobre a insulina melhora os níveis de glicose no sangue. Também é rico em ácido oleico, que tem ação benéfica no coração, reduzindo os níveis de colesterol e a pressão arterial. Além de todos os benefícios, também podemos citar a presença de um nutriente chamado beta-sitosterol, que auxilia na modulação do cortisol, ou seja, ajuda a diminuir os efeitos colaterais do stress do dia a dia.

DICAS

- Quando a receita pedir manteiga, pode-se substituí-la pela mesma quantidade de abacate.
- Caso queira fazer uma “manteiga” de abacate, anote a receita:

1 abacate médio bem maduro
1 dente de alho grande
1 colher de chá de sal marinho
½ limão espremido

MODO DE PREPARO

Amasse bem o abacate e reserve o caroço. Triture o alho junto com o sal até que se misturem bem. Coloque todos os ingredientes no processador com o suco do limão e bata até obter uma pasta homogênea. Armazene em um recipiente juntamente com o caroço para evitar que a manteiga escureça. Pode deixar na geladeira por até três dias.Passe em torradas, sanduíches, recheie sua tapioca etc.
 VALDEMIR MOTA DE MENEZES
Maria Fernanda Cortez
Nutricionista Funcional e Esportiva
www.nutrieconsult.com.br

sábado, 8 de junho de 2013

RECEITA DE PALMITO ASSADO

Veja a receita de palmito assado

domingo, 2 de junho de 2013

PALMITO DE PUNUNHEIRA

 
Embrapa Agrobiologia
Sistemas de Produção, 01
ISSN 1806-2830 Versão Eletrônica
Jan./2004
Processamento do Palmito de Pupunheira em Agroindústria Artesanal - Uma atividade rentável e ecológica
Início
Introdução
Importância econômica
Instalações
Equipamentos
Higiene e sanitização
Colheita
Processamento
Defeitos mais comuns
nas conservas de palmito

Segurança e plano
APPCC

Bibliografia
Anexos
Glossário



Expediente

Processamento
O sucesso das conservas de palmito depende de uma série de fatores, como qualidade da matéria-prima empregada, higiene no preparo, embalagens utilizadas, técnicas e métodos de processamento e treinamento da mão de obra.
Um dos fatores mais importantes no processamento do palmito é a acidificação da conserva a um pH ≤ 4,3, inibindo a bactéria que provoca o botulismo. A acidez inicial da matéria prima é o que determina o pH final da conserva e assim, o tipo de microrganismo que pode se desenvolver no produto final e, consequentemente, define o tempo e a temperatura do processo de esterilização. Os alimentos em geral estão classificados em alimentos de baixa acidez, os quais tem pH igual ou acima de 4,5, ou de alta acidez, que possuem pH abaixo de 4,5. O palmito, ao natural, apresenta baixa acidez (pH 5,6 - 6,2), o que pode possibilitar na conserva pronta o crescimento de Clostridium botulinum, um bacilo anaeróbico e bastante resistente a temperaturas elevadas por produzir esporos, os quais estão distribuídos no solo, contaminando com freqüência produtos agrícolas. Sua toxina provoca o botulismo, cujos sintomas são: visão dupla, dificuldade em falar, engolir e respirar podendo levar à parada cardíaca e à morte. A intoxicação manifesta-se de 12 a 36 horas após o ingestão do produto contaminado. Para inibir o desenvolvimento desta bactéria e evitar qualquer risco é necessário fazer a acidificação do meio (pH ≤ 4,3), usando ácidos permitidos para alimentos, como acético, cítrico, fosfórico, tartárico, láctico e málico.
O processamento do palmito é um dos mais simples, entretanto, deve-se seguir várias etapas para que se possa garantir um produto final que atenda às normas de qualidade e higiene, estabelecidas pela legislação sanitária para fabricação de alimentos (veja Legislacao sobre sanidade de alimentos).
Essas etapas podem sofrer pequenas variações, no entanto, cada operação tem sua importância no processo como um todo e descuidos, mesmo que pequenos, podem levar ao comprometimento do produto final. As principais etapas do processamento do palmito estão resumidas na figura 9.



Fig. 9. Fluxograma das etapas do processamento do palmito.
Recepção e limpeza
Os estipe, provenientes do campo devem ser agrupados em lotes, por procedência específica de local ou gleba, quantificados e anotados em formulário próprio para acompanhamento do processo. Diferentes lotes não deverão ser misturados no processamento. Em seguida, as três bainhas de proteção devem ser retiradas, expondo o palmito, também denominado de creme (Figura 10). Com essa operação inicia-se o processamento propriamente dito. O lote então pode ter seu palmito classificado pelo diâmetro da parte macia (Figura 11) e pesado para controle de produtividade da lavoura ou para pagamento do produtor por tolete de palmito.

Fig. 10. Retirada das bainhas de proteção e limpeza do palmito (creme)
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Corte e classificação
Antes do corte os palmitos devem ser lavados em água corrente e abundante (Figura 12). O corte é feito a partir da base do palmito, utilizando-se um molde de aço inoxidável em forma "U", segmentado a cada 9 cm (Figura 12). Na produção artesanal pode-se também utilizar um molde mais simples em forma de "L" (Figura 13). Uma padronização inicial dos toletes pode ser feita separando-os em dois tipos, a partir da base do palmito, os resultantes dos dois primeiros e dos dois últimos cortes. Os palmitos devem ser classificados de acordo com o diâmetro basal do tolete em fino (até 3,0 cm), médio (3,1 a 4,0 cm) e grosso (acima de 4,1cm).

Fig. 11. Classificação do palmito (creme) em relação ao diâmetro da parte macia.


Fig. 12. Lavagem e corte do palmito e separação dos toletes próximos a base.


Fig. 13. Corte do palmito utilizando molde na forma de "L".
Imediatamente, após o corte, tanto o palmito extra (Toletes de 9cm), como os outros cortes, picadinhos e rodelas (feitos da parte basal) devem ser imersos, separadamente, em salmoura de espera (Figura 14). A salmoura de espera deve conter 5 % de cloreto de sódio e 1 % de ácido cítrico monohidratado. Embora o palmito da pupunheira não apresente oxidação escura, como a maior parte dos palmitos de outras palmeiras, o palmito de pupunheira também oxida rapidamente adquirindo uma coloração amarelada. A rápida imersão do palmito após o corte na salmoura de espera evitará esta oxidação e a depreciação do produto final.
Formulação para 100 litros de salmoura de espera:
  • 5 kg de sal de cozinha
  • 1 kg de ácido cítrico
  • 96 litros de água


Fig. 14. Palmitos extra (ao fundo) e em rodelas (no primeiro plano) imersos separadamente na salmoura de espera.
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Envase
Os palmitos devem ser distribuídos por igual dentro dos vidros, sendo arrumados de forma a deixar o produto com boa apresentação (Figura 15). Ao colocar os palmitos dentro do vidro, deve-se ter o cuidado de não forçar sua entrada, pois se isto ocorrer o consumidor não conseguirá retirar os palmitos do vidro, desintegrando-os por estarem cozidos. Além disto, os danos físicos tornam-se aparentes depois do cozimento. A acomodação dos palmitos nos vidros será facilitada alternando-se as bases com as pontas no fundo do recipiente. O peso dos palmitos envasados deve ser padronizado, pois além da garantia de peso ao consumidor, isto facilitará uma melhor calibração da acidez no produto final.

Fig. 15. Acondicionamento dos palmitos nos vidros e padronização do peso.
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Preparo da salmoura ácida
A formulação de salmoura ácida apresentada abaixo é para palmitos produzidos nas condições da região do Vale do São Francisco no polo de irrigação de Juazeiro (BA) e Petrolina (PE). Matérias-primas procedentes de outras regiões ou até mesmo de outros locais da região do Vale do São Francisco, possivelmente devem exigir uma quantidade maior ou menor de ácido cítrico para acidificar o produto final, deixando o pH dentro da faixa de segurança (pH ≤ 4,3). Isto se deve tanto a acidez inicial do palmito, como a sua resistência a mudança de pH (Poder tampão), variar com o clima, solo, adubação e manejo empregado. A quantidade correta de ácido cítrico a ser usado no preparo da salmoura pode ser determinado por uma curva de titulação do palmito que se deseja processar, conforme metodologia descrita no Anexo 8.
Formulação para 100 litros de salmoura ácida:
  • 3 kg de sal de cozinha
  • 860 g de ácido cítrico (podendo variar ± 150g, dependendo da acidez inicial do palmito ao natural)
  • 96,3 litros de água
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Adição de salmoura ácida
A salmoura pode ser adicionada fria ou quente (80ºC) dentro dos vidros até a cobertura total dos palmitos, deixando-se um espaço livre em torno de 15 mm entre a salmoura e a tampa do vidro (Figura 16). Geralmente a salmoura quente é mais usada com a finalidade de tornar o processamento mais rápido. Neste caso, os vidros devem ser levados imediatamente para a exaustão e processamento térmico. A não observação desta recomendação deixará a solução e o produto com tonalidade amarela, o que é indesejável. Os vidros com a salmoura ácida podem ser tampados, sem apertar a tampa e levados para o processo de exaustão.

Fig. 16. Adição da salmoura ácida.
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Exaustão e fechamento
A exaustão pode ser feita em túnel de vapor ou pela imersão dos vidros em água fervente (banho-maria), com os objetivos de eliminar o ar contido dentro dos tecidos vegetais, fazer vácuo nos vidros e também para fixar e realçar a cor do palmito. No caso da exaustão em banho-maria (Figura 17), os vidros devem ficar abertos ou semi-fechados (tampas desrosqueadas) com o nível de água atingindo no máximo o ombro dos vidros, evitando dessa forma que a água em ebulição se misture à salmoura. Para se obter uma boa exaustão, a temperatura da salmoura ácida no centro geométrico do vidro deve atingir 85-87ºC. Normalmente leva-se de 15 a 20 minutos para obter-se a temperatura desejada. Na exaustão por túnel de vapor (Figura 18) leva-se cerca de três minutos para obter a temperatura desejada.
Após a exaustão, executa-se o fechamento dos vidros o quais devem ter as tampas apertadas para o fechamento hermético antes que a temperatura fique abaixo de 85ºC e haja redução do vácuo no interior do produto final, e devem ser esterilizados imediatamente.



Fig. 17. Exaustão em banho-maria.


Fig. 18. Exaustão em túnel a vapor. Entrada do túnel (foto acima) e saída do túnel (Foto abaixo).
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Tratamento térmico
O tratamento térmico é a esterilização comercial realizada pela imersão dos vidros fechados em água fervente (banho-maria). O recipiente utilizado para esterilização (panela, banho-maria) deve ser forrado com panos e os vidros de palmito devem ficar presos para evitar choques e rompimentos dos mesmos durante a ebulição da água. O nível de água deverá ultrapassar pelo menos 5cm a altura dos vidros (Figura 19). O tempo para a esterilização comercial poderá variar de 25 a 60 minutos, dependendo do tamanho e do tipo de material (tolete, rodelas ou picadinho) e recipiente utilizado. Geralmente para vidros de 600mL, a esterilização do produto ocorre após 30 - 50 minutos, contados a partir do momento em que a água do banho-maria entra em ebulição (100ºC). A checagem de que o tempo de esterilização foi suficiente só é possível no controle de qualidade do produto.



Fig. 19. Esterilização comercial dos vidros de palmito.
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Resfriamento
Após a esterilização, os vidros deverão ser resfriados imediatamente com o objetivo de evitar a condensação de vapores ácidos internamente nas tampas. O resfriamento deverá ser realizado lentamente no início, para evitar a quebra dos vidros por choque térmico, injetando-se água fria na parte superior do banho-maria, em quantidade suficiente para baixar a temperatura para 40ºC em 15 minutos. Essa temperatura favorece a rápida secagem das embalagens e evita a condensação. O resfriamento também poderá ser feito retirando-se os vidros do banho e colocando-os em outro recipiente que permita a renovação constante da água. Sempre que possível, a água utilizada para o resfriamento deve ser clorada (veja Preparo da água clorada) com, no mínimo, 2 mg/L de cloro livre, para evitar uma possível recontaminação microbiológica. O cloro residual após o resfriamento, não deve ser inferior a 0,1 mg/L.
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Teste de vedação
Este teste é para verificar a formação de vácuo no interior dos vidros. Para testar, gire a tampa sem forçar, para sentir que está presa. Em seguida vire os vidros de cabeça para baixo, se não houver vazamento, o vácuo foi formado. Volte os vidros para a posição normal.
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Armazenamento
Os vidros devem ser acondicionados em caixas próprias e armazenados em local escuro, limpo, seco, com boa ventilação e temperatura não muita elevada (Figura 20). O armazenamento nunca deve ser feito em locais próximos à linha de processamento, sujeito à ação direta e indireta do vapor resultante das operações de exaustão e tratamento térmico.



Fig. 20. Vidros armazenados em caixa de papelão.
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Controle de qualidade
É feito geralmente por observações constantes no aspecto do produto e pelo controle do pH e vácuo. O pH deve permanecer em torno de 4,0 - 4,3 independente do tamanho e tipo de embalagens utilizados. O vácuo para embalagens metálicas com capacidade para 1 kg e 3 Kg deverá ser no mínimo de 254 mmHg e 180 mmHg, respectivamente e para embalagens de vidro com capacidades até 600ml, o valor mínimo de vácuo deverá ser de 380 mmHg. O vácuo da embalagem é um indicador das condições de conservação do produto. Um vácuo baixo reduz sensivelmente a vida-de-prateleira do produto, por favorecer a corrosão interna das latas e a oxidação do produto.
Antes de ser liberado para o mercado consumidor, o produto deve ficar em observação por um período mínimo de 15 dias. Durante este período, deve-se fazer vistorias constantes para verificar se há indícios de alterações no aspecto da salmoura (turvamento), estufamento de latas e tampas, vazamentos e deterioração do produto.
Para facilitar o controle de qualidade é importante manter os lotes separados. O lote será formado pelo conjunto de vidros que receberam a mesma matéria prima, a mesma salmoura, exaustão e tratamento térmico durante o processamento.
Procedimento: Para cada lote, retira-se uma amostra representativa para análise do vácuo e do pH, que poderá ser feita imediatamente ou 15 dias após o processamento. No caso de se fazê-la logo após o processamento deve-se, para o vácuo, umidecer ligeiramente a tampa do recipiente e comprimir firmemente o vacuômetro contra a tampa, em um ponto qualquer próximo a borda, perfurando-a, em seguida proceder a leitura da deflexão do ponteiro (Figura 21). Para o pH, triturar o conteúdo do vidro (palmito + salmoura) num liquidificador, medindo-se em seguida o pH em peagâmetro devidamente calibrado (Figura 21). No caso de fazer as análise 15 dias após o processamento (ideal) a análise do pH poderá ser feita diretamente na salmoura, pois esta já se encontrará em equilíbrio com o palmito e a análise do vácuo deverá ser feita como descrito acima.



Fig. 21. Controle de qualidade do lote de palmito. Avaliação do pH na salmoura (esquerda) e do vácuo no vidro (direita).
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Rotulagem
Somente após o controle de qualidade, os vidros devem receber o rótulo contendo informações exigidas pela legislação sanitária (veja Legislação sobre sanidade de alimentos) e terem a tampa lacrada com lacre plástico para estarem prontos para a comercialização (Figura 22). No rótulo devem constar a marca do produto, data de fabricação, prazo de validade, que é de um ano, contado a partir do dia da fabricação, peso líquido, endereço do fabricante, CNPJ, registro no Ministério da Saúde, telefone e ou e-mail para atendimento ao consumidor, ingredientes utilizados e instruções sobre o produto: "Manter em local seco e fresco"; "Após aberto conservar em geladeira no máximo por 3 dias" e "Para sua segurança, este produto só deverá ser consumido, após fervido no líquido de conserva ou em água, durante 15 minutos". Esta última instrução é uma exigência legal específica para o palmito (Anexo 4).



Fig. 22. Vidros prontos para comercialização.


As principais etapas do processamento do palmito estão resumidas
na figura 9, cujas descrições podem ser acessadas clicando-se sobre elas.
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